quarta-feira, 4 de novembro de 2015

RESUMO dos 3º/4º CAPÍTULOS do LIVRO 
«MISSÃO IMPOSSÍVEL»
trabalho elaborado pelas turmas 6ºC/E
Escola Básica Alexandre Herculano /Santarém
   O Ch'i lin conseguia comunicar com o Rodrigo e seus amigos através de uma música desconhecida e também lhes explicou que através da reunião de três elementos (a amizade, a curiosidade e a vontade) se formaria um triângulo de força, que lhes permitiria descobrirem o mistério guardado nas garrafas de porcelana.
   O dragão transportou-os num carro de luz e aconselhou-os a manterem-se sempre calmos e unidos para poderem fazer a escolha mais adequada e inteligente em cada um dos desafios que teriam de ultrapassar.
   No primeiro desafio tiveram de enfrentar um tufão e no segundo com determinação e coragem ultrapassaram um onda gigante. Por último, tiveram de resistir à tentação de se apoderarem de um punhal cravejado de esmeraldas e rubis, que atraia raios fulminantes e mortais.
   Depois de superarem com êxito a prova do ar, da água e do fogo Ch'i lin regressa e transporta-os para um lugar misterioso onde tudo se irá revelar...

sábado, 24 de outubro de 2015

Origem do Jogo 
«MACAQUINHO DO CHINÊS»
   Baseando-se em extensivos estudos, comprovados pela recente descoberta de um pergaminho onde está representada a origem do jogo, provou-se que tudo começou a partir de um caricato episódio, vivenciado na China, por Chow-Chow Li Popotao e o seu macaco To-Mané, mais propriamente estando Chow-Chow.  
   O homem chinês concentrado a preparar a sua refeição,enquanto, o astuto macaco, com o apetite aguçado, começou a aproximar-se  sorrateiramente, parando exactamente na posição em que se encontrava, sempre que o seu dono se virava desconfiado de que o macaquinho estaria a preparar alguma coisa. 
   Ora o To-Mané foi repetindo essa operação até estar bem perto do seu desejado alvo, agarrando-o firmemente e fugindo triunfante em direcção ao horizonte.
   Toda esta situação foi observada atentamente por duas crianças, que divertidas pelo acontecimento em questão, acabaram por dar origem ao jogo que ainda hoje, passados 2000, é muito popular e onde todos os participantes acabam por imitar, brincando, aquele mesmo episódio vivido há milénios atrás, por Chow-Chow e o seu macaquinho.
REGRAS do JOGO

Nº de jogadores: 3 ou mais.
Local: Uma parede.
Como se joga: Junto e de frente para uma parede está um jogador, de costas voltadas para os outros participantes. Este jogador vai dizer “um, dois, três, macaquinho do chinês”
Enquanto esta frase é dita os jogadores deslocam-se o mais depressa possível para a parede.
Quando o jogador terminar a frase volta-se para os participantes do jogo.
Os jogadores que forem apanhados em movimento regressam ao ponto de partida.
Ganha o primeiro que conseguir tocar na parede sem ser visto.
RESUMO do 2º CAPÍTULO do LIVRO 
«MISSÃO IMPOSSÍVEL»
trabalho elaborado pelas turmas 6ºC/E
Escola Básica Alexandre Herculano /Santarém
   Naquela noite Rodrigo descobriu que a carta tinha sido escrita por um tal Samuel Andrade, também ele nascido em Freixo de Espada à Cinta e amigo de Jorge Álvares. Eles faziam negócios em Patane, localidade situada entre a China e a Índia. 
   Falavam de um jantar em casa de Jorge Álvares e dos seus convidados que seriam navegadores, homens de negócios e de um adivinho chinês.
   Nessa carta faziam referência a umas garrafas de loiça chinesa que o anfitrião mandara fazer para oferecer aos seus amigos naquela ocasião especial.
  Cheio de curiosidade, Rodrigo foi logo pesquisar na internet informações sobre estas peças de loiça. Entretanto Matilde e o Luís meteram conversa com o amigo através do skip e ficaram a par das descobertas feitas por ele.
   Juntaram-se todos para investigar sobre o que seria o «pó de fortuna» e quando em conjunto proferiram a palavra «sorte», apareceu a imagem do dragão, que estava desenhado numa das garrafas. O dragão com uma voz doce e suave disse chamar-se Ch´i lin…

sábado, 17 de outubro de 2015

RESUMO do 1º CAPÍTULO do LIVRO 
«MISSÃO IMPOSSÍVEL»
trabalho elaborado pelas turmas 6ºC e E
Escola Básica Alexandre Herculano /Santarém
   Rodrigo estava de visita a Freixo de Espada à Cinta, em casa de uns amigos do seu pai. O pai estava a conversar animadamente com os donos da casa e falavam de um tal Jorge Álvares que ali tinha nascido naquela localidade.
   O dono da casa pronunciou umas palavras que tiveram um género de efeito mágico e caiu de imediato uma grande tempestade, faltando a luz.
   Os adultos foram para a sala da lareira e Rodrigo para a biblioteca. Ele pensou em ir para o computador mas infelizmente este estava sem bateria.
   De repente as letras da lombada de um grosso livro pareceram cair no chão. Rodrigo foi buscar o livro mas este tinha letras indecifráveis. Pensou que era tudo ilusão ótica, não sabendo o que se estaria a passar.
   Ao tentar arrumá-lo na estante caiu uma carta escrita à mão, num português de outros tempos. Cheio de curiosidade, Rodrigo levou-a para o quarto para lê-la novamente e com mais calma.
   Será que esta carta tinha ido ter com ele por acaso ou de propósito?...

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O ROUXINOL e o IMPERADOR
rouxinol-e-o-Imperador
Era uma vez um imperador da China que vivia num palácio maravilhoso. O palácio tinha um lindo jardim que se estendia até ao mar. Havia quem dissesse que era a coisa mais bela do Mundo! As suas flores mais bonitas tinham campainhas de prata que tilintavam a cada brisa que passava.
Naquele jardim vivia um rouxinol que tinha uma voz bonita e doce. Quem o ouvia, parava e dizia: “Que canto maravilhoso!”
Mas o imperador da China não o conhecia…
Um dia, ao desfolhar um livro, leu estas palavras:
“No magnífico jardim do palácio do imperador da China vive um rouxinol de canto belo e suave.”
“Que significa isso?” O imperador chamou imediatamente o seu primeiro mordomo. “Dizem que aqui existe um pássaro maravilhoso chamado rouxinol e garantem que é o que de melhor existe no reino! Como é que eu não o conheço?” gritou o imperador. “Quero-o aqui hoje mesmo!”, ordenou. “Se não o trouxeres para o palácio até ao cair da noite, serás chicoteado!”
Cheio de medo, o primeiro mordomo meteu os pés ao caminho, mas o jardim era enorme e o pobre homem não sabia onde o procurar.
Por sorte, a ajudante de cozinha, vendo-o desesperado, decidiu ajudá-lo. “Eu sei onde está”, disse-lhe, e guiou-o até ao ninho do rouxinol.
“Que voz maravilhosa!”, exclamou o mordomo, quando ouviu o pássaro. “Gentil rouxinol, de doce canto”, disse-lhe, “esta noite foste convidado para o palácio. O imperador deseja ouvir-te cantar.”
“O meu canto soa melhor entre as árvores”, disse o rouxinol, mas acabou por aceitar o convite.
Cantou tão bem que o soberano ficou emocionado e chorou. O imperador decidiu, então, mandar construir uma gaiola de ouro para que o rouxinol ficasse na sua companhia.
O pássaro preferia viver em liberdade, mas como era bom, cantava de boa vontade para o seu imperador.
Um dia, porém, chegou um grande embrulho do Japão: era um presente para o imperador.
O imperador abriu o embrulho e, ao contrário do que tinha pensado, não era um livro, mas um rouxinol de ouro e pedras preciosas. Bastava dar-lhe corda que o rouxinol mecânico cantava com uma voz suave como a do rouxinol verdadeiro.
“Que maravilha!”, exclamou o imperador. “Que maravilha!”, repetiram todos. A partir de então, ninguém mais quis saber do rouxinol verdadeiro.
Mas um dia, no meio de uma festa, o rouxinol de ouro fez: “PLoc!”, e não cantou mais! Tinha-se estragado.
O imperador caiu na cama doente de desgosto e todos pensavam que ele ia morrer.
Quando o rouxinol verdadeiro soube, bom como era, voou imediatamente para o palácio e cantou para o imperador. Aquela música maravilhosa e mágica curou-o. “Fui muito estúpido e ingrato, desculpa!”, disse, baixinho, o imperador.
A partir daquele dia, ele e o rouxinol nunca mais se separaram. O rouxinol voava sempre que lhe apetecia para fora do palácio e, no seu regresso, contava ao imperador tudo o que tinha visto e ouvido. Assim o imperador sabia sempre tudo o que se passava no seu reino e quando alguém lhe perguntava “Como é que sabe tantas coisas?”, ele respondia: “Foi um passarinho que me disse…”.