segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CALENDÁRIO SETEMBRO




SUGESTÃO de LEITURA
A menina que roubava livros


Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade, em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch).

Vê o filme baseado num bom livro...   
Para saberes mais sobre esta história consulta os sites

GATO SEM SEGREDOS
Livro que ajuda a perceber os felinos...

O livro “Gato sem Segredos” é destinado a todos os amantes de felinos, ajudando a compreender melhor este animal. A obra é da autoria do diretor do Hospital Veterinário de Montenegro que já editou, anteriormente, o livro "Cão sem Segredos", que já vai na 4.ª edição.

Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro (HVM), refere que “este livro pretende ser uma ferramenta útil e atualizada, destinada a todos os donos que movidos pelo carinho que sentem pelo seu animal, procuram compreende-lo e facultar-lhe os melhores cuidados”. 

O livro foi elaborado por elementos do corpo clínico do Hospital Veterinário Montenegro e por vários especialistas internacionais de renome mundial na área da medicina felina, reunindo informação e conselhos sobre como cuidar e conviver com este animal.

Uma casa só é um lar 
se tiver gatos e livros!
A LEITURA PROTEGE O CÉREBRO e PRESERVA A MEMÓRIA...
Ler, escrever, fazer palavras cruzadas ou desenvolver outro tipo de atividades que envolvam o processamento de nova informação e o raciocínio protege o cérebro e ajuda a preservar a memória e a capacidade intelectual ao longo da vida. 
A conclusão é de um novo estudo norte-americano, da responsabilidade de investigadores do Rush University Medical Center, em Chicago, que provou que o facto de se ser ativo ao nível da cognição em qualquer fase da vida está diretamente associado a uma melhor performance em testes de memória quando se chega aos 80 anos.

ARTE URBANA faz APELO à LEITURA...
 
 

domingo, 31 de agosto de 2014

TODOS OS LIVROS SÃO BONS... ATÉ OS MAUS!
LEIAM TUDO O QUE PUDEREM!


Congresso Gulbenkian from mrvpimenta
Este livro nasceu de uma pergunta de criança: “Porque é tão lento o caracol?” Luis Sepúlveda, que na altura não soube responder ao seu neto Daniel, prometeu-lhe no entanto que haveria de encontrar uma explicação. Cá está ela.
Aqui se conta a rebeldia de um caracol que queria ter nome e não percebia a razão por que era tão lento. Pediu ajuda ao mocho de olhos fechados. “Abro-os à noite e vejo tudo o que há; durante o dia fecho-os e assim vejo tudo o que houve.”
Disse-lhe a ave que era lento porque carregava um grande peso. Ela própria carregava lembranças que a impediam de voar. O caracol não se convenceu e seguiu viagem. Lentamente, muito lentamente. Seria um outro animal de igual lentidão, a tartaruga, que lhe daria as respostas certas e as perguntas que lhe faltavam. Foi também ela, que se chamava Memória, que batizou o caracol com o nome Rebelde.
O autor conta a história numa linguagem poética e o ilustrador ilumina-a com expressividade e imaginação. Um ambiente bucólico percorre o livro, mas Paulo Galindro dá-lhe notas de humor. O caracol há de voltar a casa, o País do Dente-de-Leão, mais sábio e corajoso. Com ele, os companheiros vão saber finalmente o que é a liberdade. Mas devagarinho.
In: Blogue "Letra pequena"
A LEITURA É UMA VIAGEM SEM FIM... 
LEVA O TEU LIVRO E VEM VIAJAR CONNOSCO!



HISTÓRIA do DIA... O PATO SUBMARINO

Esta é a história do pato submarino, um pato que queria conhecer o mundo escondido debaixo da superfície que lhe reflectia a imagem. A história começa no dia em que o pato deu o primeiro mergulho. Cardume de peixes pequenos fugiam à sua frente e desapareceram nos fundos verdes de uma gruta.

- Para onde vão eles? - perguntou o pato, mas ninguém lhe respondeu. 
Mergulhou mais vezes, muitas vezes mais. Cada vez mais fundo, cada vez mais tempo. Conseguiu assim, depois de muitas tentativas, fazer as vezes das rãs que saltam e mergulham, mergulham e saltam, como se não estivessem bem em lado nenhum. Mas o pato submarino sentia-se melhor com a cabeça dentro de água do que fora dela. 
Numa ocasião em que o pato submarino ia a mergulhar, cruzou-se com uma truta que saltava da água. Não iam para o mesmo lado, mas como o rio é uma rua de bons vizinhos, ficaram os dois à conversa: 
- Sempre a mesma água, sempre as mesmas algas - suspirava a truta. - Quem me desse asas... 
O pato admirou-se: 
- Parece impossível! Então a amiga truta não gosta de nadar? 
- Qual quê? Fujo do rio o mais que posso. Ando agora a treinar-me em saltos, cada vez mais altos, cada vez mais longe. Quer ver? - e a truta saltou, toda ligeira, por cima do ramo de um salgueiro que se debruçava para a água. 
- Bravo, bravo! - aplaudiu o pato. 
- Pois hei-de conseguir muito mais. Ainda quero saltar por cima da ponte, vai ver!
Cada um foi à sua vida. O pato voltou aos seus mergulhos mais fundos, cada vez mais fundos... A truta continuou nos seus saltos mais altos, cada vez mais altos...
Aqui façamos uma pausa à nossa história, para mudarmos de sítios. Do rio passemos à margem. Está ali um senhor de chapéu de palha, que pacientemente desenrola uma linha e a mergulha na água. Segura com firmeza a cana de pesca e aguarda. Que sucederá? 
No fundo do rio, o pato submarino vê um bocadinho de pão suspenso, magicamente suspenso. Aproxima-se, mas o bocadinho de pão ou lá o que será faz-lhe uma negaça e foge para mais longe. Atira-se a ele o pato submarino e abocanha-o. 
Na margem, o pescador estremece dos pés ao chapéu.
- Isto não é peixe miúdo - exclama ele. 
Pois não era, não! Era pato e grande... Depois de muita luta ficou de boca aberta o senhor do chapéu de palha, ao ver o que a linha lhe trazia. Tão espantado estava que nem ouviu um tiro que, ali perto, caçador escondido dera sobre algum pássaro mais descuidado. 
- É extraordinário - dizia o pescador, desembaraçando o pato do anzol. - Quando eu contar esta história, ninguém vai acreditar... 
- Acredito eu - disse uma voz, mesmo atrás dele. 
Virou-se o pescador para trás e que viu? Um caçador com uma truta na mão. 
- Ia a atravessar a ponte, quando um peixe me saltou à frente, quase a roçar o cano da espingarda. Disparei, mesmo sem pensar - explicou ele. 
- Voam os peixes, nadam os pássaros. Anda o mundo virado do avesso - comentou o pescador. 
Ficaram os dois a olhar um para o outro, sem saberem que mais dizer, até que o pescador sugeriu: 
- Podíamos trocar. Sim, porque eu sou, acima de tudo, caçador.
- E eu, pescador - acudiu, muito despachado, o senhor do chapéu de palha. 
Aflita, a truta sacudia-se nas mãos do caçador. As chumbadas quase não lhe tinham tocado. Também o pato se refazia da surpresa e agitava as asas. 
Caçador e pescador preparavam a troca. E foi no exacto momento em que o pescador ia receber o peixe e o caçador, a ave, foi nesse preciso momento que... que... adivinham? 
Voou o pato e mergulhou a truta. Cada um para seu lado, cada um mais depressa que o outro. 
- Dê-lhe um tiro - gritou o pescador para o caçador. 
- A qual? - perguntou ele, atarantado. 
Salvaram-se os nossos heróis e salvou-se a história. O pato voou para o alto e o peixe nadou para o fundo. Já chegava de aventuras. Já tinham que contar. E nós, também...
LER PARA SABER...

Vê o filme 
O SEGREDO dos ANIMAIS
Ninguém sabe o que acontece quando os humanos não estão de olho nos animais. Nesta fazenda, quando o fazendeiro não está, seus animais brincam, cantam e dançam. No entanto, eventualmente, um animal chega para mudar a dinâmica dentro da fazenda. E as responsabilidades, nesta, acabam caindo nas mãos do bezerro Otis.

sábado, 30 de agosto de 2014


LIVRO é um presente que tu podes abrir sempre que quiseres!...
História do dia... O VELHO MAGO

Era uma vez um velho Mago, muito famoso. 
Mago equivale a feiticeiro. Feiticeiro equivale a bruxo. No entanto, este não era dos maus, daqueles que transformam príncipes em sapos ou coisas assim. Durante toda a vida, dera-lhe mais para transformar sapos em príncipes ou coisas parecidas. Era um Mago bom. 
Mas andava muito esquecido. Ia para praticar uma magia, através de uma fórmula mágica e, a meio, tinha uma falha de memória: 
- Galapim, topelim, balemeque... Ou será bumelaque? 
O caso podia ser grave, porque qualquer pequena alteração das palavras mágicas transtornaria o resultado. Em vez de fazer aparecer um príncipe, onde estava um sapo, fazia aparecer uma galinha. 
Depois, a transformação da galinha em príncipe é que era um caso sério. Um processo muito mais complicado. Quase impossível. 
À conta dos seus enganos, o velho Mago tinha a capoeira cheia. 
- Esta minha cabeça já não funciona como dantes funcionava - queixava-se ele. 
Ainda foi a um médico, que lhe receitou uns comprimidos para a desmemória, mas o Mago também se esquecia de tomar os comprimidos e tudo continuava na mesma. 
E a capoeira cada vez mais cheia... 
Um amigo, que foi visitá-lo, aconselhou-o: 
- Larga o ofício de Mago e transforma-te em criador de aves. Tens aqui um rico aviário. 
Pois tinha. Tanto que uma raposa descarada começou a rondar-lhe a capoeira. 
Numa noite de luar, o mago pressentiu-a e, armado de umas palavras mágicas, que tiram o apetite às raposas, atirou-lhe ao focinho: 
- Belico, sapetec, arlepic, pic, pic. Sofial! Jeropigue! Cavanica. Obstrúnfio. 
A raposa fugiu, alarmada, e as galinhas agitaram-se na capoeira, numa desusada excitação. Sucedeu o que parecia quase impossível. 
A capoeira ficou cheia, a abarrotar de príncipes, todos muito indignados por se encontrarem em lugar tão fora de propósito para tais Altezas. 
Saíram os príncipes para os seus respectivos palácios, se é que os tinham, e o velho Mago, muito envergonhado, ficou a remoer mais este engano. Não acertava nem numa única fórmula. Que enervância! 
E o mais grave é que também se tinha esquecido das palavras mágicas que, infalivelmente, transformam os sapos em galinhas. 
Sem gemada para o lanche nem omeleta para o jantar, o Mago decidiu seguir o conselho do amigo. Comprou várias dúzias de pintainhos, meteu-os na capoeira vazia e esperou que crescessem. 
Dá-lhes de comida migas de pão duro e sêmola. Não é nenhuma fórmula mágica, mas engorda. 





FILME As Crónicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa
A aventura começa durante a Segunda Guerra Mundial, quando Peter, Lucy, Edmund e Susan são obrigados a sair de Londres e a instalar-se numa pequena cidade em Inglaterra, na casa de um professor solteirão. Enquanto exploram a mansão, Lucy descobre uma passagem secreta muito especial no guarda-fatos do velho professor, que dá acesso a um misterioso mundo…

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ARTE URBANA nas ruas de
S. PAULO

 
 
  
 


                       http://fantasticocotidiano.com/tourniquet-de-hem/


A bird ballet from Neels CASTILLON on Vimeo.

Neels Castillon e sua equipe estavam filmando um anúncio em Marselha. 
Enquanto espera por seu helicóptero testemunhou esta dança incrível de milhares de aves.
                     http://fantasticocotidiano.com/ballet-de-pajaros/